" Se a esperança se apaga e a Babel começa, que tocha iluminará os caminhos na Terra?" (Garcia Lorca)

03
Ago 06

Uma música de Paul Simon - The sound of silence – cantada por ele e Garfunkel, que fez muito sucesso na década de 60, não me saiu da cabeça desde o amanhecer.

Acordei com a melodia cá dentro, e ela foi o fundo musical de um dia intenso, que só terminou há quarenta minutos.

Nos momentos em que pude “ouvi-la” melhor, tentava entender porque cargas acordara com ela, o que a tinha feito ressuscitar na discoteca ambulante que gira dentro da minha cabeça.

Só agora, banho tomado, poeira do dia intenso espargida no piso do chuveiro, fez-se a luz! Ao invés de “ouvi-la” apenas, resolvi cantarolá-la no meu macarrônico inglês e, em duas frases, revelou-se o enigma da esfinge!

              “…people talking without speaking, people hearing without listening…”

Escutar pessoas e esforçar-me para ouvi-las, falar com elas e pretender sempre fazer da fala uma conversa, é o meu trabalho. Há décadas!

Mas ando tão cansada, tão cansada, que talvez eu desejasse no dia de hoje poder ouvir somente “the sound of silence”!

Tcham!!! Tcham!!!! Tcham!!!!! Elementar, meu caríssimo Watson!

publicado por Adelina Braglia às 20:43

Salve, Keila! Bem vinda à alcatéia! Beijos, também.
Bia a 3 de Agosto de 2006 às 21:28

Há músicas que marcam os rumos da vida, ha outras que tornam pessoas e lugares inesquecíveis; há notas musicais que inspiram, direcionam, iluminam... Há pessoas, que de tão inesquecíveis, parecem uma linda melodia.
Se eu não fosse uma Loba, certamente queria ser uma melodia.

BeiJuivoooooooooooooooooossssssss da Loba
Keila, a Loba a 3 de Agosto de 2006 às 21:05

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