" Se a esperança se apaga e a Babel começa, que tocha iluminará os caminhos na Terra?" (Garcia Lorca)

07
Set 12

 

Não há farol no fim  do mundo. E quem disse que o mundo tem fim, mentiu.

 

Não se acabará em dias de fogo e trovões. Nem  em guerras nucleares.

 

Porque cada mundo particular encontra formas estranhas de sobreviver.

 

 

 

Não há dor que sempre dure, nem bem que nunca se acabe.

 

Cresci ouvindo isto e acreditando.

 

Porém, há uma dor que nunca se acaba.

 

Muda de forma, exige novas estratégias, mas está  sempre, sempre presente.

 

É a dor do outro.

 

 

publicado por Adelina Braglia às 08:13

A dor do outro, mana, quando por nós sentida crava uma estaca na alma. Essa não é uma "boa" dor porque imobiliza, afasta e consome. A dor do outro pode acabar, mas uma vez assim em nossa alma, ela jamais vai embora...sou especialista em dor e sei que algumas carregam a gente para abismos, que até parecem o fim do mundo. UP
Rita Braglia a 14 de Setembro de 2012 às 23:04

Irmã querida: o poeta já havia avisado que "a dor da gente não sai no jornal..."

Enquanto isso tento, por aqui, com indicadores, análises, estudos- que você sabe bem - imaginar que um dia nosso trabalho vai reduzir alguma dor. Mantenho a esperança? Respostas no próximo e-mail...rsrsrs...

Beijo.
Adelina Braglia a 20 de Setembro de 2012 às 12:28

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