" Se a esperança se apaga e a Babel começa, que tocha iluminará os caminhos na Terra?" (Garcia Lorca)

05
Jun 06

A revista Agulha - link aí ao lado - editou uma matéria sobre Nelson Rodrigues, esta que dá título ao post (http://www.secrel.com.br/jpoesia/ag51antunes.htm).

Coincidentemente, há poucos dias, comentávamos entre amigos a crueza das crônicas de Nelson, então publicadas nos jornais, nas décadas de 60, 70. A vida como ela é, era o título da sua coluna diária nos jornais de São Paulo.

Eu, na minha pouca idade, imaginava ser aquilo pura ficção! Não concebia que a tal da vida pudesse ser povoada de prostitutas, cafetões, mulheres infelizes e mal amadas, homens precisando permanentemente exercer seu poder sobre amantes, esposas, mães e irmãs.

Nelson dizia que mulher gostava de apanhar e eu achava isso terrível. Chauvinista, era o rótulo do momento. Porco chauvinista, aliás, era como o chamávamos no circuito da escola secundária!

Revendo Nelson Rodrigues hoje, concordo que a vida é como ela é.

Piégas, isso. Também concordo. Mas, revolveu alguma coisa aqui por dentro, que não identifico bem.

 

publicado por Adelina Braglia às 08:14

Muitíssimo obrigado pelo carinho em seu comentário no Quinta.
Vi,pelas fotos e pelos filhos,que nossos caminhos não são distantes, nem diferentes.Abraço,com paciência e bom humor.
quinta emenda a 5 de Junho de 2006 às 10:42

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