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Arrivederci, Bia.

Segunda-feira, 13.07.09

 

 

A Bia muda-se para a casa ao lado. Num novo blog, dedicado a Juvêncio de Arruda. Um endereço eletrônico tirado em parte dessa Travessia.  Mas, com um título mais adequado posto lá dentro: Monólogos de Nova Déli. Servirá para amenizar a saudade aqui residente. E não será contaminado pelos meus pueris despejos de mágoas e fantasias já nada juvenis!

 

O objeto dos monólogos ali, que nem sempre serão frequentes, será  Belém do Grão Pará, ou Nova Déli, como preferia chamá-la o Juca.

Assim,  assume aqui os comentários o alter-ego da Bia. Eu, Adelina Braglia. Embora acredite que o sapo não me ajude a conservar a Bia nos posts anteriores. Azar dela.
 
Continuem bem vindos. A Travessia continua, com um companheiro de viagem a menos, mas que foi um bom timoneiro nessa permanente aventura de viver, para a qual ele contribuiu firmemente para que um dia aportemos numa margem justa, fraterna e digna.

 

 
Beijão, Juca querido.
 
 

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Adelina Braglia às 21:43

Ciao, Juca.

Segunda-feira, 13.07.09

 

  

É por aqui que eu me despeço de você.

 

 

Com um pedaço do poema de Herberto Hélder:

 

 

Se pedem: canta, ele deve transformar-se no som.
E se as mulheres colocam os dedos sobre
a sua boca e dizem que seja como um violino penetrante,
ele não deve ser como o maior violino.
Ele será o único único violino
Porque nele começará a música dos violinos gerais
e acabará a inovação cantada.
Porque aquele que ama nasce e morre.
Vive nele o fim espalhado da terra.

  

Até sempre, Juca querido.

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Adelina Braglia às 14:46

Lily Allen! Fiquemos mais leves e chateemos hoje os homofóbicos, os racistas e assemelhados.

Segunda-feira, 13.07.09

Look inside
Look inside your tiny mind
Now look a bit harder
Cause we're so uninspired,
so sick and tired
of all the hatred you harbour.

So you say
it's not OK to be gay
Well I think you're just evil
You're just some racist
who can't tie my laces
Your point of view is medieval

Fuck you (fuck you)
Fuck you very, very much
Cause we hate what you do
and we hate your whole crew
So please don't stay in touch

Fuck you (fuck you)
Fuck you very, very much
Cause your words don't translate
and it's getting quite late
So please don't stay in touch

Do you get
Do you get a little kick out of
being small-minded?
You want to be like your father,
his approval you're after
Well that's not how you find it.

Do you,
Do you really enjoy
living a life that's so hateful?
Cause there's a hole where your soul should be
You're losing control of it
And it's really distasteful

Fuck you (fuck you)
Fuck you very, very much
Cause we hate what you do
and we hate your whole crew
So please don't stay in touch

Fuck you (fuck you)
Fuck you very, very much
Cause your words don't translate
and it's getting quite late
So please don't stay in touch

Fuck you, fuck you, fuck you
Fuck you, fuck you, fuck you
Fuck you

You say you think we need to go to war
Well you're already in one
Cause it's people like you
that need to get slew
No one wants your opinion

Fuck you (fuck you)
Fuck you very, very much
Cause we hate what you do
and we hate your whole crew
So please don't stay in touch

Fuck you (fuck you)
Fuck you very, very much
Cause your words don't translate
and it's getting quite late
So please don't stay in touch

Fuck you
 

 

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Adelina Braglia às 12:22

A feira da vida.

Segunda-feira, 13.07.09

 

Na ponte do Barreiro, um bairro de Belém, há uma feira. É conhecida como Robauto. É público que ali, na maioria, os produtos vendidos são fruto de roubo. Estão expostos no meio fio, mais ou menos organizados por itens. E a variedade é grande: ventiladores, bicicletas ou peças dela, botijões de gás, aparelhos celulares, ferramentas, ferragens, e o que a imaginação e a destreza puder ali colocar à disposição do distinto público.
 
Passando pela manhã ali, da janela do ônibus, vi a polícia levar um jovem algemado. Parecia ter roubado algo ou alguém da feira do roubo explícito. Será que para ele vai valer a máxima “quem rouba de ladrão tem cem anos de perdão”?
 
Na minha atual fase – entre a euforia da esperança mantida viva a ferro e a fórceps e o desalento profundo na nossa possibilidade de sermos um dia uma nação – meu raciocínio completo foi simples; não deveria a polícia prender todos os que ali estavam? Porque só um entre tantos  transgressores? Porque ele roubou no conceito policial de roubo? Meteu a mão no bolso de alguém? Tentou sair correndo com um pneu de bicicleta debaixo do braço? Mas, que diferença há? Ali rouba quem vende e coonesta o roubo quem compra. Tudo sob o céu do Equador e o beneplácito de TODAS as autoridades.
 
Diria, novamente Francelino – e desta vez, cheio de razão – “que país é este”? E eu torço, sinceramente,  que o ladrão azarado, muito jovem, como as centenas que entopem as cadeias públicas de Belém do Grão Pará, tenha um sursis da vida.
 
E repito a canção posta aqui há algum tempo, pela atualidade. Permanente.
 

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Adelina Braglia às 11:50


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