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Sublime fogão..rsrsrs....

Sábado, 02.08.08

 

Cozinhar, se compreendido como berço da vida e do amor, é um ato sexual, segundo as definições de orelha de livros freudianos que foi só o que li sobre o pai da pasicanálise.. Seguindo esse raciocínio, cozinhar pode também ser fonte de traumas, psicoses, e qualquer outra patologia.
 
Eu cozinho nas duas teses...rsrsrs...
 
Hoje, por exemplo, cozinho com infinito prazer. Finito, na verdade. O prazer termina quando desligo o fogo. Não prossegue até o saboreio. Escolhi, lavei, cortei, temperei a meu modo, inovando misturas e sabores. O cheiro é ótimo. O gosto tmbém.
 
Na maior parte dos dias, quando cozinho, sigo a segunda vertente: cozinho os traumas e as psicoses. Acerto no “chute”, como às vezes acerto na vida.
 
Céus! O que fazem meras cebolinhas, salsas e pimentas verdes.
 
Além de ervilhas desidratadas e alguns tomates!!!
 
 
 

 

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Adelina Braglia às 14:34

A "saúva" contemporânea...

Sábado, 02.08.08

 

 

 

...é o cinismo e a frase originária é atribída a Getúlio Vargas, que dizia: "Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil".

 

Marcos Lula, enteado legitimado por seu pai, Luiz Inácio, não sabia que este laço de parentesco impedia sua candidatura a vereador por São Bernardo.

 

Seu partido, a exemplo do que faz nacionalmente durante seus desvios éticos no poder, alega perseguição de adversários.

 

Saudades do Brizola, que suavizava o cinismo com uma boa  verve. Questionado pelo seu parentesco com o Presidente João Goulart:, afirmou: "... cunhado não é parente.!"

 

 

 

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Adelina Braglia às 10:20

É sábado. Apuremos o humor...

Sábado, 02.08.08

 

Ontem a noite pus-me a refletir,
nas coisas da vida em vez de dormir.
Tive um quebranto fiquei surdo e mudo,
tolhido de espanto mas percebi tudo.
 
O mundo era meu sentia-me um rei.
O tempo era extenso e eu ditava a lei.
Bastou dar um passo e crescer em frente.
Perdi toda a graça quase de repente.
 
Não fosse o sentido de humor apurado.
Que me faz viver um sonho acordado.
 Não via tão claro o sentido da vida.
E tudo seria bem mais complicado.
 
Eu era feliz tinha os meus brinquedos,
o anjo da guarda tirava-me os medos.
Descobri o amor, vi nele o paraíso,
mas para ser expulso às vezes pouco é preciso.
 
Podia ter tudo do bom e do caro.
Que nada acudia ao meu desamparo.
Sou a alma do mundo mais bem informada,
quanto mais me informo mais sei que sei nada.
 
Não fosse o sentido de humor apurado,
que me faz viver a sonhar acordado.
Não fosse o sentido de humor apurado.
E como seria?
 
Que me faz viver a sonhar acordado,
não via tão claro o significado
e tudo seria bem mais complicado.
Ontem a noite pus-me a refletir, nas coisas da vida em vez de dormir.
 
(Utilidade do humor – Clã)
 

 

 

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Adelina Braglia às 08:10

Sem comentários.

Sábado, 02.08.08

 

É madrugada em Belém do Grão Pará.
 
Não durmo. O sono se foi.
Quem sabe encontra algum bom motivo para voltar,
já que o meu cansaço não o comoveu.
 
Ocupo o tempo pensando sobre muitas coisas.
A dor de perder amigos,
o remorso das conversas adiadas.
 
Penso sobre o afeto
O afeto sob todas as formas:
o afeto de irmãos, de amigos, de amantes.
O afeto de quem sente e não divide.
Ou de quem não sente e administra razoavelmente bem o tédio que isso lhe causa.
 
A cada dia descubro que gosto cada vez mais de estar só por algumas horas.
Ficaria dias, se pudesse. E sei que ficaria bem.
 
Não há barulhos nesta casa junto ao Bosque Rodrigues Alves.
O ruído vem de dentro.
Das palavras que se atropelam na minha cabeça,
porque não foram ditas.
Chego a imaginá-las quando se atropelam:
o m perde uma perna e se reconhece no n!
 
As bonecas negras me olham da estante.
Hoje não dançam o tambor-de-crioula.
A banda de blues também está em silêncio.
 
Não fosse o barulho das palavras e esse seria o silêncio perfeito.
 
Cálculos particulares:
entre 25 e  16,
passa um rio.
Entre eu e eu,
há um muro.
No rio a gente navega.
No muro se bate a testa. 
Entre eu e o meu desejo, passa um mar.
 

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Adelina Braglia às 02:52


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