" Se a esperança se apaga e a Babel começa, que tocha iluminará os caminhos na Terra?" (Garcia Lorca)

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Mar 06

SI J’ÉTAIS BLANCHE (Bobby Falk / Leo Lelièvre / Henri Varna) Josephine Baker - 1932


Je voudrais être blanche/ Pour moi quel bonheur/ Si mes seins et mes hanches changent de couleur/ Les Parisiens à Juan-les-Pins se faisaient droit/ Au soleil/ D’exposer leur amour un peu noir/ Moi pour être blanche/ J’allais me roulant/ Parmi les avalanches/ En haut du Mont Blanc/ Ce stratagème donne un petit… ???/ J’avais l’air dans la g’renne d’un petit mulot/ Etant petite avec chagrin/ J’admirais dans les magasins/ Le teint se farde pour les blancs/ J’aurais voulu leur ressembler / Et je disais l’air accablé/ Me croyant toute seule brune au monde/ Au soleil c’est par l’extérieur/ Qu’il lance l’or/ Moi c’est la flamme de mon cœur qui me colore/ Bon signe que je sois blanche/ Pour vous faire vieux ???/ Josyphoto17.jpg Josyphoto34.jpg Josyphoto35.jpg


Nascida nos USA, Josephine Backer fez carreira na Europa e acabou por se radicar em Paris. Perseguida nos USA por ser uma lutadora pelos direitos civis dos negros americanos, a sua coerência política levou-a a que durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45) não abandonasse a França ocupada e acompanhasse a luta dos franceses pela libertação. Assim sendo, prestou trabalho voluntário na Cruz Vermelha, apoiou a Resistência Francesa contra a ocupação do exército alemão e integrou espectáculos para os soldados aliados que combatiam contra as tropas de Hitler. Já depois da Guerra, Josephine adoptou e criou dez crianças orfãs, «de todas as cores», que educou num espírito universalista e antirracista. Na década de 60 foi uma das grandes divulgadoras e apoiantes de Martin Luther King. ( Samartaime)

publicado por Adelina Braglia às 13:34

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