" Se a esperança se apaga e a Babel começa, que tocha iluminará os caminhos na Terra?" (Garcia Lorca)

15
Set 07

 

 

 

 
Sobre o Oswaldo não posso começar a falar da mesma forma que apresentei a Rita.
 
Ele sempre soube que nós achamos que ele foi o bebê mais feio que nasceu na vizinhança naquele final de dezembro! Daí que não adianta mentir agora!
 
"Vistoso", como dizia carinhosamente a madrinha. Lá isso ele era:  um bebezão de quase 5 quilos e mais de meio metro. Mas, para nós, era feio! Não tinha cílios, sobrancelhas nem cabelos. Quer dizer: até tinha, mas ninguém conseguia enxergar, de tão clarinhos que eram.
 
Mas, essa sina só durou até uns 6 ou 8 meses. A partir daí ele começa a melhorar e a ficar bonito. Como é, sem nenhuma modéstia minha.
 
A vantagem do Tio é que essa boniteza é por dentro e por fora. Seu abraço de quase dois metros cura desde angústia até unha encravada!
 
Sua voz mansa, quando chega a mim pelo telefone, me faz desacelerar e perder o medo de estar sem amparo no mundo coisa que eu,  às vezes, adoro achar, quando a melancolia bate fundo! Apesar de ser 9 anos mais novo do que eu, foi ele quem me "apresentou"  Miss Tracy Chapman  

 

 Não, não pensem vocês que ele cobrou este post, só de ciúmes da Rita. Foi uma saudade escorrendo aqui do meu coração que me fez querer colocar o Tio aqui, pra olhar e escrever, pra aliviar a vontade de estar perto dele.
 
O Tio é para mim o que o oasis parece ser para o cara que avança no deserto: ele não está à vista, mas se eu caminhar um pouco, ele está lá. Impávido colosso. Literalmente. Sem que  nenhuma tempestade de areia o tire do caminho.
 
Sabe, Tio, às vezes odeio esses 4 mil quilometros que nos separam. E não adianta dizer que é culpa minha, que eu que não volto pra Sampa, etc. e tal. Eu sei. Mas odeio esses 4 mil quilometros da mesma forma.
 
E,  do alto da minha arrogância, quando as coisas andam muito mal pra minha vaidade, eu penso que se eu fui capaz de  acabar de criar essas duas figuras maravilhosas, eu tenho cá, na contabilidade geral, uns bons créditos. 

 

E, falando em créditos, o Oswaldo é responsável por um portal que organiza anualmente esse Seminário

 

Um beijo, Tio.
 
 
PS: como todo ser humano, ele tem defeito: é  Palmeirense!
 
Argh!!!!
 

 

publicado por Adelina Braglia às 08:53

Caramba...ele é um gato... rsrs

Vou ouvir a música agora.

Beijinhos.

Bia estou adorando conhecer a sua família!
cris a 15 de Setembro de 2007 às 18:42

A irmandade oficial acabou: somos só três!

Há as irmãs postiças, maravilhosas, que vou juntá-las num post em breve. Mas, elas estão aí por baixo, nas minhas reminiscências: Nena, Cleide e Lula.
Logo, logo, coloco as fotos!

Beijo.
Adelina Braglia a 15 de Setembro de 2007 às 19:01

Vamos relevar o "defeito" do Tio de ser palmeirense, pois ele só quis agradar o padrinho Mauro, que era palmeirense no meio da familia sãopaulina.O Oswaldo é meu irmão e eu o amo de paixão. É um dos protagonistas principal do filme da minha vida
Cleide a 16 de Setembro de 2007 às 23:40

Seguiu os passos do papai Mauro e continua neste caminho errado até hoje!!!! ...rsrsrs...

Mas, você tem razão, irmã coruja!

Esse defeito, nele e no papai, é irrelevante.

Beijo.
Adelina Braglia a 17 de Setembro de 2007 às 00:06

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