" Se a esperança se apaga e a Babel começa, que tocha iluminará os caminhos na Terra?" (Garcia Lorca)

22
Nov 06

 

 
Hoje não me apetece ir trabalhar. Mas vou. Daqui a pouco. Mais um pouco.
Como a amiga me diz que pintou até alta madrugada - ou esculpiu seu oratório, não sei ao certo - pego-me agora imaginando que gostaria de pintar as pessoas. Colori-las. Literalmente. Para identifica-las a distancia e não me desperdiçar com enganos.
Para algumas já tenho cor definida:
 
 
 

R., um arco-iris.

 

M., verde-água, para combinar. E rimar.

 

A., cor-de-rosa, com todos os seus símbolos.

 

M., branco, que aqui desapareceria, é a paz no meio da minha guerrilha.

 

I., vermelho, passional, infantil. O vermelho que a criança rabisca com giz de cera. Cor fisiológica criada pelo meu olhar.

 

B., farol de milha, amor perpétuo. Amiga, sem adjetivo.

 

S., azul. Muito azul. Sua cor de “fundo”.

 

D., azul também. Mas o azul “natche”, como chamava a madrinha ao azul quase marinho.

 

M., amarelo lhe cabe tão bem! A mistura que esconde o vermelho.

 

 

 

Para a Bia não encontro cor. Ela é música.

publicado por Adelina Braglia às 13:19

Tããããããão lindinho!...
sotavento a 22 de Novembro de 2006 às 18:19

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