" Se a esperança se apaga e a Babel começa, que tocha iluminará os caminhos na Terra?" (Garcia Lorca)

18
Nov 06

 

 

 
Curitiba e Lisboa ouviram e ouvem Madeleine Peyroux. Pronuncia-se like the country (certamente Perrrrrrruuuuuuuu....)
 
O Tapajós e o Tocantins não se parecem. O Tejo, tal qual Itabira para Drummond, para mim é um retrato na...tela do micro.
 
As águas do Tapajós, verde-azuladas e a barrenta e depois clara água do Tocantins, também cantam. O Tejo, não sei.
O Tocantins canta o bambaê de Cametá, o samba do cacete de Baião. Canta as histórias dos primeiros caucheiros e depois dos castanheiros, dos barrageiros de Tucuruí, dos miseráveis "assentados" da reforma agrária.
 
O Tapajós canta o encontro das águas e a Santarém prisioneira das oligarquias de sempre.
 
Madeleine tem voz de água.  Diana Krall tem timbre de pedras. Mas daquelas pedras roliças do fundo dos rios.
 
Melhor ouvi-las. Fui.
 
publicado por Adelina Braglia às 16:16

Como não sou isento, prefiro o Douro, ao norte.
Mas Diana Krall, unanimidade.
Beijinhos
Santos Passos a 18 de Novembro de 2006 às 17:04

Ei, SP, tá ouvindo a Diana aí? Bom fim de semana.
Adelina Braglia a 18 de Novembro de 2006 às 17:52

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