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Trivial simples.

Quarta-feira, 10.08.05
A política quando exercitada no seu mais baixo nível é tão previsível que entedia.
Há dias não acompanho mais as denúncias nacionais. A única coisa que elas trouxeram de novo foi o desalento de confirmar que o PT aprimorou práticas velhas e ruins da politicagem que sempre nos acometeu.
Mas, agora pela manhã, passei os olhos nas manchetes dos jornais e o nosso arauto da sacanagem, Marcos Valério – que como outros demonstra enorme talento para colocar-se sempre ao lado do chefe de plantão –anuncia, como se fosse novidade, que repassou dinheiro para campanhas de FHC e do PSDB de Minas Gerais em 1998.
O único fato curioso é ficar tentando deduzir por que o alvo dessa vez foi Minas.
Algumas suposições: Eduardo Azeredo, então candidato a governador naquela eleição, é o atual presidente nacional do PSDB. Outra: atingir Azeredo é dar trabalho a ele, que não vê com bons olhos a crescente liderança de Aécio Neves (atual governador de Minas e do mesmo partido) e sua falsa ameaça de ser o candidato a presidente no ano que vem. Assim enquanto Azeredo se defende, o PT agradece a Aécio o apoio que sempre recebeu na eleição de Lula.
E por aí se pode continuar brincando de supor, enquanto outros dados passam desapercebidos, como por exemplo, o número de desempregados que caiu em relação a 1985, mas a massa salarial que permanece a mesma. Ou seja, mais gente “trabalhando” e quase todos ganhando muito menos.
Se possível, tenham um bom dia.

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Adelina Braglia às 07:50

1 comentário

De Paulo Soares a 10.08.2005 às 13:01

" Se tentar desenrolar esse fio vai chegar em Cabral!
Lendo seu texto, me pergunto: com quem aprendemos tanta patifaria? Será que é uma parte da genética desconhecida da Ciência, que se manifesta só depois da picada da mosca azul? Acho que sim!
Considere que até amigos nossos, distintos cidadãos de bem, de repente enveredam pela corrupção - mais cara ou mais barata, não importa - e nos surpreendem chocantemente.
O pior é que temos de aturá-los para sobreviver, não é?
Para nós, não-políticos, parece que a mosca contagiante é a Tsé-Tsé, que nós provoca uma letargia angustiante e nos impede de gritar aos sete ventos o que vemos e o que sabemos.
É ou não é uma situação de ansiedade contida e decepção confirmada?
Infelizmente, considerando o contexto, temos que ficar 'na nossa', isn't?"

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