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Lembrete.

Segunda-feira, 03.01.11

 

 

 

Morder o fruto amargo e não cuspir
mas avisar aos outros quanto é amargo,


cumprir o trato injusto e não falhar
mas avisar aos outros quanto é injusto,


sofrer o esquema falso e não ceder
mas avisar aos outros quanto é falso;


dizer também que são coisas mutáveis...


E quando em muitos a noção pulsar
— do amargo e injusto e falso por mudar —
então confiar à gente exausta o plano
de um mundo novo e muito mais humano.

 

 

Tarefa - Geir Campos.

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Adelina Braglia às 06:06

8 comentários

De Rita a 17.01.2011 às 00:20

É isso, mana minha, a exaustão muitas vezes nos leva a parar e ver que para seguir tem que existir as penas no chapéu. Assim foi com Peter Pan e seus pensamentos felizes para voar. Voemos com as nossas penas mesmo esparramadas...te amo

De Ademir Braz a 18.01.2011 às 13:33

Oi?
Adorei seu lembrete. E tanto que vou reproduzi-lo no quaradouro.
Beijão

De pilantra a 12.02.2011 às 19:55

Já agora acrescente aí um lembrete para me dar notícias!

Beijão!

De Ademir Braz a 05.03.2011 às 18:41

Dois meses sem Travessia.
Desistiu?
Há falta de tempo?
Não me aflija dizendo que está doente!
Mas, deixe-me mostrar-lhe um mineiro de Japiim que escreve como ninguém: HJorge Luis Ribeiro, professor do campus da UFPA:


Como se não fosse comigo
Como se fruta de figo diante da multidão de fatos e pássaros. A hora vem e as planícies não são lisas nem ilesas. Fico distante de mim para não me ver partir e sou eu as pedras que pisas. Mas quando virão os fantasmas para que sejamos úteis de novo com as larvas do medo. O que farás da escuridão das cortinas se o amor já não serve. Já não se sabe que credo ou que gole se bebe e não bastam as lembranças se agora tem o gosto da pedra como se o dia fosse algo que se sorve como espuma. Nunca aquilo que serve. É muito cedo para ser criança. Não sei quem dissolve a dor, senão outro amor, ou outra dor, outra cor sobre a carne exposta ao tempo. Somos assim, sós... E assim partiremos. Todo fim é só. Como nascer. (Marabá – 2010/2011)

De Ademir Braz a 05.03.2011 às 18:51

Dois meses sem Travessia.
Desistiu?
Há falta de tempo?
Não me aflija dizendo que está doente!
Mas, deixe-me mostrar-lhe um mineiro de Japiim que escreve como ninguém: HJorge Luis Ribeiro, professor do campus da UFPA:


Como se não fosse comigo
Como se fruta de figo diante da multidão de fatos e pássaros. A hora vem e as planícies não são lisas nem ilesas. Fico distante de mim para não me ver partir e sou eu as pedras que pisas. Mas quando virão os fantasmas para que sejamos úteis de novo com as larvas do medo. O que farás da escuridão das cortinas se o amor já não serve. Já não se sabe que credo ou que gole se bebe e não bastam as lembranças se agora tem o gosto da pedra como se o dia fosse algo que se sorve como espuma. Nunca aquilo que serve. É muito cedo para ser criança. Não sei quem dissolve a dor, senão outro amor, ou outra dor, outra cor sobre a carne exposta ao tempo. Somos assim, sós... E assim partiremos. Todo fim é só. Como nascer. (Marabá – 2010/2011)

De pilantra a 06.03.2011 às 17:23

Oi! nem mails nem nada?

De pilantra a 07.03.2011 às 18:17

Alguem pode avisar a «Travessia» que os amigos estão estranhando muito seu silêncio?

De Marcia Rodrigues a 03.04.2011 às 17:37

Querida Adelina,
bem, então as saudades vão durar mais tempo. Talvez até o círio ...
Estou feliz por você !!!
Me conte uma coisa você não abre seu e-mail não?
Beijos carinhosos da
Marcia Rodrigues

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