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Domingo, 09.08.09

Um trio nefasto (Renan, Sarney, Collor) para uma história idem?

 

 

 

 

 

GENEBRA - Nos porões da sede do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), em um bairro afastado do centro de Genebra, na Suíça, o silêncio é quebrado apenas pelos passos dos poucos funcionários com acesso ao local. Ali, nos arquivos da entidade, escondem-se centenas de milhares de páginas que documentam a história das guerras. Boa parte do acervo é dedicada à 2ª Guerra Mundial, mas há também farto material sobre conflitos na África e América Central, regimes militares na América do Sul e guerras americanas no Afeganistão e Iraque.
 O Estado teve acesso com exclusividade a um capítulo pouco conhecido da participação brasileira na última Grande Guerra: a história dos campos de concentração implementados no País pelo governo de Getúlio Vargas, entre 1942 e 1945. Marinheiros, espiões, engenheiros, banqueiros - supostos colaboradores do regime nazista - foram levados para instalações na Ilha das Flores, Ilha Grande, Casa de Correção do Rio de Janeiro e outras, como prova do alinhamento brasileiro aos Aliados, o que só ocorreria após forte pressão norte-americana.
 Os documentos revelam que, mesmo distante do palco da guerra, o Brasil adotou uma postura de resistência à ajuda humanitária aos presos, recusou-se a dar nomes de detidos e transferiu muitos em sigilo para os campos de concentração nos EUA. Mas, cartas e relatos - impressos em delicados papéis de seda que não podem ser copiados nem escaneados - explicitam as contradições do governo de Vargas em relação à guerra. E fazem entender por que o Estado Novo em um primeiro momento não rompeu relações diplomáticas com os países do Eixo. Só após o acordo de Vargas com a Casa Branca, em 1942, e a represália alemã no ataque a navios do País, a guerra é declarada e 25 mil soldados brasileiros vão para a Europa.
 
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Adelina Braglia às 09:54


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