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Da série "o amor é cego mas enxerga longe".

Sexta-feira, 03.07.09

 

Quando eu ainda confiava que o PT seria o partido capaz de encaminhar questões que o PSDB não foi, ainda assim não tinha simpatias maiores por Aloísio Mercadante. Meu “ícone” petista foi - e é - Eduardo Suplicy, mesmo quando, desafinadamente, se põe a cantar.
 
Em 1990, quando Mercadante foi o deputado federal mais votado do partido, ao desfiar minhas desconfianças dele, uma amiga, que com ele havia convivido na juventude, contou um episódio da vida pessoal do senador Mercadante, que havia sido capaz de demonstração de afeto e solidariedade tão profundos com a sua então companheira, que passei a relativizar minha crítica, quase antipatia, a ele.
 
Sua subserviente e errática atuação no senado, ainda que "montado" em uma votação histórica de dez milhões de votos e  agora sua postura indecente e suas justificativas imorais no episódio Sai-Sarney-Fica-Sarney, (“entre a licença de Sarney e a governabilidade, fico com a segunda...”) indicam que eu desista de rever sua "biografia" e refaça para ele o dito popular: os canalhas também amam!
 
Fui, Mercadante. Ate-se com a sua indignidade parlamentar. E com este fundo musical.
 
 
PS: de qual governabilidade fala o senador?
 
 

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Adelina Braglia às 07:43


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