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Atravessando a maré.

Terça-feira, 28.07.09

 

 

Quatro anos nesta Travessia.

 

Gosto disto.

 

Às vezes, diviso a  margem e penso que bastariam umas braçadas para alcançá-la.  Mas, não sei nadar. Só boiar.  Ou, ir, de bubuia. Mas, não me afogo!

 

Salut!

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Adelina Braglia às 21:34

Brancaleone era muito melhor.

Quinta-feira, 23.07.09

 

O presidente Lula disse ontem na posse do Procurador Geral da República que o Ministério Público deve levar em consideração a biografia dos investigados. Insere assim, na lei, um quesito que não constava entre os cuidados que a Constituição e os Códigos Penal e Civil recomendam.
 
Se levarmos ao pé da letra a recomendação – face o tom grave pareceu mais uma advertência! – pode-se inferir duas coisas.
 
1 – o Presidente, mestre em desabafos para parecer íntimo da gente, está magoado. Afinal, Zé Dirceu, Silvinho Land-Rover, Marcos Valério – este, inclusive a serviço de outros governos, assim como Sir Ney – não tiveram suas biografias respeitadas!
 
2 – o Presidente está falando sério, sem mentir. “ Observemos as biografias! Observemos! Se assim tivéssemos procedido, Sir Ney, o melhor e maior representante vivo do patrimonialismo, do nepotismo e da apropriação do dever público pelo interesse privado, não seria Presidente do Senado.”
 
Fui. Não sem antes deixar spot pra vocês. Memorável.
                                                                              
Divirtam-se. Ou chorem.

 

 

 

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Dois poetas (ou dois poemas?) paulistas.

Quarta-feira, 22.07.09

 

 

 

 
Se te pareço noturna e imperfeita
Olha-me de novo. Porque esta noite
Olhei-me a mim, como se tu me olhasses.
E era como se a água
desejasse.

Escapar de sua casa que é o rio
E deslizando apenas, nem tocar a margem.

Te olhei. E há um tempo.
Entendo que sou terra. Há tanto tempo
Espero
Que o teu corpo de água mais fraterno
Se estenda sobre o meu. Pastor e nauta

Olha-me de novo. Com menos altivez.
E mais atento.
 
 
Hilda Hilst
 
 

a poesia está morta
mas juro que não fui eu  
eu até que tentei fazer o melhor que podia para salvá-la
 
imitei diligentemente augusto dos anjos paulo torres car-
los  drummond de andrade   manuel bandeira   murilo
mendes vladimir maiakóvski  joão cabral de melo neto
paul éluard  oswald de andrade   guillaume apollinaire
sosígenes costa bertolt brecht augusto de campos
 
não adiantou nada
 
em desespero de causa cheguei a imitar  um  certo (ou
incerto) josé paulo paes poeta de ribeirãozinho estrada
de ferro araraquarense
 
porém ribeirãozinho mudou  de nome a estrada  de ferro
araraquarense foi  extinta  e  josé paulo paes  parece
nunca ter existido
 
nem eu
 
 
José Paulo Paes

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Ai, meu Santo Ambrósio...

Segunda-feira, 20.07.09

 

Circula por e-mail um texto do jornalista Mauro Carrara, contestando o tipo de jornalismo da Folha de São Paulo, citando como exemplo uma matéria de pesquisa do IPEA sobre variações na distribuição da renda.
 
Ressalvando que o último parágrafo do texto do jornalista é absolutamente verdadeiro:
 
“...Durante a Ditadura Militar, a partir de 1964, o grupo Folha passou a apoiar integralmente o regime. Depois do golpe dentro do golpe, em 1968, o jornal passou a colaborar com a repressão aos movimentos operários, estudantis e às organizações que entraram para a luta armada. Os carros da Folha eram usados por policiais e arapongas. Otávio Frias entregou o jornal Folha da Tarde para os policiais da repressão; durante anos o jornal abrigou policiais, informantes, dedos-duros; e serviu para divulgar os "ATROPELAMENTOS" de militantes das esquerdas mortos sob tortura..”
 
 o jornalista, porém, erra na “bronca” sobre a análise da pesquisa, quem sabe pela ênfase à  militância. Assim, Carrara comete também o seu desvio jornalístico.
 
Vamos lá. Diz o texto do jornalista:
 
“(...) Na numeralha, há um dado espetacular, e que mereceria o título da matéria: entre 2.003 e 2.008, segundo o Ipea, o número de pessoas pobres caiu de 35% para 24,1%. Pronto. Se restasse inteligência e algum pingo de honestidade na redação da Barão de Limeira, pinçar-se-ia daí a boa chamada.
O método salafrário (e burro por opção) da Folha de S. Paulo, entretanto, preferiu estampar o seguinte: "Número de ricos cresce e classe média avança". Agora, vale verificar qual foi este avanço. Segundo o estudo, o número de indivíduos com renda mensal igual ou superior a 40 salários mínimos cresceu de 0,8% para 1% (...)”
 
Para espicaçar – merecidamente - o Folhão, Mario Carrara desconsiderou que o próprio IPEA, por respeito à verdade, indica a pesquisa no seu site e destacava também que cresceu o número de ricos. E isso porque proporcionalmente, o avanço dos ricos foi de 80% e dos pobres, 70%, já que estamos falando em taxas.  Que há muito mais pobres do que ricos no Brasil, do Tio Cabral ao Nosso Guia,  ninguém discorda, mas que o movimento de avanço dos ricos foi maior do que a redução da pobreza, também não dá pra omitir.
 
No gráfico 1 do estudo, o IPEA ficou cravado,  por respeito à ciência e à realidade, que a redução da pobreza, ainda que o Instituto não tenha comentado, não é um “fenômeno” do período Lula (2003-2008), mas um movimento que já se manifestada desde 1992 (isso, da era "marginalia" de  FHC, como ministro de Itamar e depois Presidente da República).
 
Caramba, Santo Ambrósio. Assim, fica sempre mais difícil. Porque nesse brasilzinho, o que sai é o detentor de todo o mal. E o que chega, é o senhor da bondade!

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Nós, os maravilhosos.

Quarta-feira, 15.07.09

 

 

 

Ingênuos e ameaçadores, presunçosos e talentosos, arrogantes e infantis, os depressivos estão sempre em boa companhia. Beethoven, Anthony Hopkins, Michelangelo, Martin Luther King, Francis Ford Coppola, Peter Gabriel ( remember The Police?), Marlon Brando, Harrison Ford, Ozzy Osbourne, James Taylor, Larry Flynt, Stephen Fry (é, aquele especialíssimo ator que inspirou Zeca Baleiro a compor a canção com seu nome), Tim Burton, James Taylor (meu predileto entre os “contemporâneos”)  - e para quem gosta de moda tem até Yves Saint-Laurent! – são alguns coleguinhas da arte de ser infeliz, mesmo quando se pensa que tudo o que se quer da vida é ser feliz.

 
 
Somos assim. Uma diversidade apaixonante! E os poetas? Ah, entre estes devemos ser maioria. Só dois, para uma “palhinha” de como é na poesia que os depressivos melhor se exibem:
 
 

Esse é o Quase, de Mário de Sá Carneiro:

 
 

Um pouco mais de sol – eu era brasa,
Um pouco mais de azul – eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa…
Se ao menos eu permanecesse aquém…

Assombro ou paz? Em vão… Tudo esvaído
Num grande mar enganador de espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho – ó dor! – quase vivido…

Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim – quase a expansão…
Mas na minh’alma tudo se derrama…
Entanto nada foi só ilusão!

De tudo houve um começo … e tudo errou…
— Ai a dor de ser — quase, dor sem fim…
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou…

Momentos de alma que,desbaratei…
Templos aonde nunca pus um altar…
Rios que perdi sem os levar ao mar…
Ânsias que foram mas que não fixei…

Se me vagueio, encontro só indícios…
Ogivas para o sol — vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sobre os precipícios…

Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí…
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi…

Um pouco mais de sol — e fora brasa,
Um pouco mais de azul — e fora além.
Para atingir faltou-me um golpe de asa…
Se ao menos eu permanecesse aquém…

 
 

E esse é  Um cidadão comum, do Torquato Neto:

 

Sempre subindo a ladeira do nada,
Topar em pedras que nada revelam.
Levar às costas o fardo do ser
E ter certeza que não vai ser pago.

Sentir prazeres, dores, sentir medo,
Nada entender, querer saber tudo.
Cantar com voz bonita prá cachorro, 
Não ver "PERIGO" e afundar no caos.

Fumar, beber, amar, dormir sem sono,
Observar as horas impiedosas
Que passam carregando um bom pedaço
da vida, sem dar satisfações.

Amar o amargo e sonhar com doçuras
Saber que retornar não é possível
Sentir que um dia vai sentir saudades
Da ladeira, do fardo, das pedradas.

Por fim, de um só salto,
Transpor de vez o paredão.

 


Viu? Tenho pensado que os depressivos talvez sejam os “normais” da sociedade. Os que detem o prazer da loucura e são quase sãos, desde que tomem seus remedinhos direito. Matam-se de angústia pelo coletivo e pelo individual, mas são incapazes de fazer mal a uma ou mais moscas. E às pessoas também. São, no geral, generosos, mas escondem com isto uma egocentríssima visão do mundo.

 

É assim que somos.

 

Um senso de justiça que jamais se cumpre, um desejo de felicidade que nada tem a ver com o real, uma ânsia de encontrar iguais. E adoramos companhia desde que preservemos a solidão.

 
 

PS: Ok, Marga. OK, Ana. Vou sim. Vou tomar o meu Pondera...     rsrsrs...

 
 

 

 

 

 

 

 

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Invocando a quinta emenda.

Quarta-feira, 15.07.09

 

Minha manhã começava abrindo o micro que entrava direto em duas páginas: o conservador Estadão e o Quinta Emenda.
 
Parecia com isso que eu juntava simbolicamente minhas duas vidas que, goste eu ou não, sempre foram fracionadas. A leitura do Estadão era breve. Uma olhada rápida nas manchetes e uma leitura mais atenta de uma ou outra matéria.  A leitura do Quinta tinha outra característica. Mais do que informar-me – e era muito prazeroso informar-se sob a batuta de Juvêncio de Arruda – eu me lincava a essa vida belemense acionando a Quinta Emenda. Quem sabe um inconsciente desejo de sobreviver a Belém.
 
Há cerca de um ano eu gosto também de abrir pela manhã uma terceira página, o Espaço Aberto. Paulo Bemerguy é para mim o melhor jornalista de blogs que temos aqui. Não considero o Paulo um blogueiro. Blogueira sou eu. Ele é um jornalista que tem um blog. E por ser apenas blogueira, classifico com essa facilidade: há os que gosto de ler e os que leio, mesmo sem gostar.
 
Introduções à parte, comecei a escrever isto porque uma sensação muito forte tomou conta de mim ontem à noite. E, mais do que nunca, a quinta emenda da Constituição americana fez sentido.  Indispensável invocá-la no seu sentido estrito, quando agentes da administração cometem abuso de poder e arbitrariedades.
 
Desci às 21 horas na Praça da Bandeira e temi de forma quase incontrolável a escuridão e a solidão das ruas. Ali, qualquer ato de violência poderia ser cometido, sem proteção ou socorro.
 
Caminhando até a 16 de novembro, passei pelo CEPC, pelo prédio do TRE, pelo Corpo de Bombeiros. Tudo muito escuro. Com exceção dos Bombeiros onde havia iluminação interna.
 
A escola parecia uma edificação abandonada, daquelas que antecedem uma cena horripilante nos filmes de terror. Em frente ao TRE  há  uma armadilha para assaltos, que se preparada propositalmente não teria mo mesmo efeito. Criatividade insuspeitada está perdida por ali!.  Entre o portão do tribunal e a árvore há uma moita de plantas – sim, porque arranjo de plantas é outra coisa - favorecendo o esconder-se a qualquer mal intencionado e a surpresa do ataque para os desavisados.
 
A rua, mal iluminada, é problema da Prefeitura. Eu sei disso e o Ambrósio também. Mas, a que ponto da cidadania – ou da ausência dela – chegamos? Edifícios públicos que sequer iluminam suas entradas, contribuindo para a insegurança dos imbecis que lhes pagam, num momento de violência urbana crescente e devastadora?
 
Alguma alma virá talvez argumentar que  “ as instituições responsáveis estão fazendo economia de gastos, face à crise que assola o país etc. e tal” ou reforçar o argumento de que a iluminação pública é dever e obrigação da Prefeitura.
 
Mas não é obrigação maior então do TER, da direção do Instituto de Educação e do Corpo de Bombeiros exigir da administração pública que cumpra seu dever, mais do que os poucos moradores do entorno ou uma passante casual como eu?
 
Há tantos casos assim nesta Nova Déli.  Vou descrevê-los com mais dedicação. Uns dias aqui, outros ali .

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Adelina Braglia às 09:18

Arrivederci, Bia.

Segunda-feira, 13.07.09

 

 

A Bia muda-se para a casa ao lado. Num novo blog, dedicado a Juvêncio de Arruda. Um endereço eletrônico tirado em parte dessa Travessia.  Mas, com um título mais adequado posto lá dentro: Monólogos de Nova Déli. Servirá para amenizar a saudade aqui residente. E não será contaminado pelos meus pueris despejos de mágoas e fantasias já nada juvenis!

 

O objeto dos monólogos ali, que nem sempre serão frequentes, será  Belém do Grão Pará, ou Nova Déli, como preferia chamá-la o Juca.

Assim,  assume aqui os comentários o alter-ego da Bia. Eu, Adelina Braglia. Embora acredite que o sapo não me ajude a conservar a Bia nos posts anteriores. Azar dela.
 
Continuem bem vindos. A Travessia continua, com um companheiro de viagem a menos, mas que foi um bom timoneiro nessa permanente aventura de viver, para a qual ele contribuiu firmemente para que um dia aportemos numa margem justa, fraterna e digna.

 

 
Beijão, Juca querido.
 
 

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Adelina Braglia às 21:43

Ciao, Juca.

Segunda-feira, 13.07.09

 

  

É por aqui que eu me despeço de você.

 

 

Com um pedaço do poema de Herberto Hélder:

 

 

Se pedem: canta, ele deve transformar-se no som.
E se as mulheres colocam os dedos sobre
a sua boca e dizem que seja como um violino penetrante,
ele não deve ser como o maior violino.
Ele será o único único violino
Porque nele começará a música dos violinos gerais
e acabará a inovação cantada.
Porque aquele que ama nasce e morre.
Vive nele o fim espalhado da terra.

  

Até sempre, Juca querido.

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Adelina Braglia às 14:46

Lily Allen! Fiquemos mais leves e chateemos hoje os homofóbicos, os racistas e assemelhados.

Segunda-feira, 13.07.09

Look inside
Look inside your tiny mind
Now look a bit harder
Cause we're so uninspired,
so sick and tired
of all the hatred you harbour.

So you say
it's not OK to be gay
Well I think you're just evil
You're just some racist
who can't tie my laces
Your point of view is medieval

Fuck you (fuck you)
Fuck you very, very much
Cause we hate what you do
and we hate your whole crew
So please don't stay in touch

Fuck you (fuck you)
Fuck you very, very much
Cause your words don't translate
and it's getting quite late
So please don't stay in touch

Do you get
Do you get a little kick out of
being small-minded?
You want to be like your father,
his approval you're after
Well that's not how you find it.

Do you,
Do you really enjoy
living a life that's so hateful?
Cause there's a hole where your soul should be
You're losing control of it
And it's really distasteful

Fuck you (fuck you)
Fuck you very, very much
Cause we hate what you do
and we hate your whole crew
So please don't stay in touch

Fuck you (fuck you)
Fuck you very, very much
Cause your words don't translate
and it's getting quite late
So please don't stay in touch

Fuck you, fuck you, fuck you
Fuck you, fuck you, fuck you
Fuck you

You say you think we need to go to war
Well you're already in one
Cause it's people like you
that need to get slew
No one wants your opinion

Fuck you (fuck you)
Fuck you very, very much
Cause we hate what you do
and we hate your whole crew
So please don't stay in touch

Fuck you (fuck you)
Fuck you very, very much
Cause your words don't translate
and it's getting quite late
So please don't stay in touch

Fuck you
 

 

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Adelina Braglia às 12:22

A feira da vida.

Segunda-feira, 13.07.09

 

Na ponte do Barreiro, um bairro de Belém, há uma feira. É conhecida como Robauto. É público que ali, na maioria, os produtos vendidos são fruto de roubo. Estão expostos no meio fio, mais ou menos organizados por itens. E a variedade é grande: ventiladores, bicicletas ou peças dela, botijões de gás, aparelhos celulares, ferramentas, ferragens, e o que a imaginação e a destreza puder ali colocar à disposição do distinto público.
 
Passando pela manhã ali, da janela do ônibus, vi a polícia levar um jovem algemado. Parecia ter roubado algo ou alguém da feira do roubo explícito. Será que para ele vai valer a máxima “quem rouba de ladrão tem cem anos de perdão”?
 
Na minha atual fase – entre a euforia da esperança mantida viva a ferro e a fórceps e o desalento profundo na nossa possibilidade de sermos um dia uma nação – meu raciocínio completo foi simples; não deveria a polícia prender todos os que ali estavam? Porque só um entre tantos  transgressores? Porque ele roubou no conceito policial de roubo? Meteu a mão no bolso de alguém? Tentou sair correndo com um pneu de bicicleta debaixo do braço? Mas, que diferença há? Ali rouba quem vende e coonesta o roubo quem compra. Tudo sob o céu do Equador e o beneplácito de TODAS as autoridades.
 
Diria, novamente Francelino – e desta vez, cheio de razão – “que país é este”? E eu torço, sinceramente,  que o ladrão azarado, muito jovem, como as centenas que entopem as cadeias públicas de Belém do Grão Pará, tenha um sursis da vida.
 
E repito a canção posta aqui há algum tempo, pela atualidade. Permanente.
 

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Adelina Braglia às 11:50


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