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Quinta-feira, 24.05.07

 

O que aconteceria se, num país civilizado - onde cidadãos respeitam e são respeitados pelas autoridades – um juiz do Supremo Tribunal  chamasse, indiretamente, um  ministro de canalha e este respondesse, indiretamente, que é mesmo?

 

 

 

“O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes acusou na noite desta quarta-feira a Polícia Federal de agir com métodos "fascistas" na Operação Navalha.

O ministro disse ser uma "canalhice" o vazamento de informações pela PF sobre inquérito que tramita em segredo de Justiça. Mendes responsabilizou o ministro Tarso Genro (Justiça) pelo vazamento de informações da Operação Navalha.

"É responsabilidade do ministro da Justiça responder por esses vazamentos. Eu disse hoje ao ministro Tarso que esse tipo de prática revela uma canalhice. Não podemos brincar com as pessoas sérias do país", criticou.”

 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u92789.shtml

 

 

 

“O ministro Tarso Genro (Justiça) admitiu nesta quinta-feira o possível vazamento da Polícia Federal de informações sigilosas do inquérito da Operação Navalha --que desarticulou uma suposta quadrilha que fraudava licitações para realização de obras públicas. A conduta da PF na operação foi criticada pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes.

"Se houve algum equívoco, algum vazamento, e é possível que tenha havido, se houver alguma lesão ao direito individual de alguém, isso deve ser corrigido", disse Tarso hoje à tarde no Rio.”

 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u92820.shtml

 

 

 

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Azíaga.

Quinta-feira, 24.05.07

 

Não me venham com tratados de bem viver,
nem com as otimistas possibilidades de ser feliz.
Sou de um tempo em que felicidade era fruto da esperança coletiva
e o bem estar individual não se sobrepunha à tarefa.
Tarefa tal qual a descreve Geir Campos:
 
Morder o fruto amargo e não cuspir
mas avisar aos outros quanto é amargo,
cumprir o trato injusto e não falhar
mas avisar aos outros quanto é injusto,
sofrer o esquema falso e não ceder
mas avisar aos outros quanto é falso;
dizer também que são coisas mutáveis...
E quando em muitos a noção pulsar
— do amargo e injusto e falso por mudar —
então confiar à gente exausta o plano
de um mundo novo e muito mais humano.
 
 
Cansei de disfarçar como se fosse minha a culpa de não ser feliz onde a tristeza, o tédio, e a angústia e a raiva disseminada nos olhares e nos crimes insanos cometidos todos os dias nas ruas, grassam como ervas daninhas.
Não há Pondera que dê conta.
Ainda gosto de música - que quase não ouço -
e de amigos e sorvetes.
Mas estou cansada de ser cordial com este tempo de devastação. E começo a descrer do “ mundo novo e muito mais humano”.
 
E me exasperam os que fazem de conta que estamos todos bem.
 
 
 
 

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