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Licença poética. E roubo explícito.

Quinta-feira, 06.03.08

 

 
Roubei este trecho do poema de Maria Ângela Alvim. Dela eu conheço pouca coisa e por  referências de Adélia Prado em textos e entrevistas.
Este, eu não conhecia inteiro. Conhecia apenas esse verso roubado hoje.
 
(...)
“Eis que me encontro. Limite
de transparência e contato
entre a luz e meu retrato, na casta
parede - a louca?
Marulho d'água, caindo
dentro de mim, claridade.
Graça de mãos mais presentes,
que minhas mãos, já vazias
de sua forma, na palma.
Que gesto extenso as reteve
sempre além, configuradas? “
 (...)
 
...que agora, pedindo licença poética, completo com o meu:
 
 
Foi o gesto da loucura,
eu – a louca –
sempre vivi no limite da sanidade,
que transformei em falsa transparência,
para que pudessem,
sem medo,
olhar-me como a um retrato.
E fazer contato.
 
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Adelina Braglia às 10:50


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