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Cheiro de bolor.

Quarta-feira, 05.09.07

 

A esquerda, aquela que só é solidária nos velórios, não  consegue se constituir numa oposição consequente ao governo Lula, mesmo quando Lula realiza o terceiro e o quarto mandatos de FHC, mantendo a política macroeconômica, não transigindo no pagamento do serviço da dívida com a parte do leão e deixando a sobra para as políticas sociais. Como a pobreza extrema é filha de Cabral, a parcela que sobra desta conta tem sido compensadora para quem mal comia. Não se sabe até quando nem como.

 

 

Lula não sabe o que fazer - nos intervalos em que declara que não sabia de nada - entre o discurso de afago e apoio aos pobres e a prática concreta do abraço fraterno aos muito ricos, seja  apoiando o agro negócio ou garantindo lucros estratosféricos para o sistema financeiro.

 

 

A direita sabe o que fazer: embarca na campanha moralizadora contra a corrupção, como se esta a surpreendesse e não fosse sua filha dileta.  Desloca seu peso para os neo-patriotas que vão de Geraldo Alckmin até João Dória.

 

 

Eu? Também não sei de mais nada.

  

Fui,

 

 

 

 

 

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Adelina Braglia às 08:28

3 comentários

De cris a 06.09.2007 às 12:29


É Bia. E estamos na semana da Pátria !

Beijos.

De Anónimo a 06.09.2007 às 14:20

Ouso, talvez quando Benilton me salva escrevendo a palavra que quero te dar. Mas, para que servem os poemas se não para exprimirem o que sentimos? E o poeta, que olha através de nossos olhos e escuta com nossos corações?!

Aceite estas asas no teu coração antes que Tróia resista em vão e o poema não se abra da barriga do cavalo e da espada que a noite precisa ocultar no ventre. Aceite as gaivotas e os carrosséis com cavalinhos nascidos da espuma daquele mar que demoraste a olhar. Para as tuas mãos tudo falta levantar o vôo . Aceite minhas credenciais de um reino distante, cujo caminho é a estrada que se alonga na estrada. Queira me dar razão, por favor, pois esta loucura ainda se chamará poesia, basta acreditar na ilusão. É assim que se conquista um grande amor. Ainda há tempo de salvar a humanidade. A tristeza que te olhou do fundo do prato encheu-me de uma fome que nunca senti e na alma soou o tambor do coração. Pelo menos sabes que existe o país dos desesperados. Aceite estas asas no teu coração como parte do meu abandono sagrado.
Beijo
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Ouso, talvez quando Benilton me salva escrevendo a palavra que quero te dar. Mas, para que servem os poemas se não para exprimirem o que sentimos? E o poeta, que olha através de nossos olhos e escuta com nossos corações?! <BR><BR>Aceite estas asas no teu coração antes que Tróia resista em vão e o poema não se abra da barriga do cavalo e da espada que a noite precisa ocultar no ventre. Aceite as gaivotas e os carrosséis com cavalinhos nascidos da espuma daquele mar que demoraste a olhar. Para as tuas mãos tudo falta levantar o vôo . Aceite minhas credenciais de um reino distante, cujo caminho é a estrada que se alonga na estrada. Queira me dar razão, por favor, pois esta loucura ainda se chamará poesia, basta acreditar na ilusão. É assim que se conquista um grande amor. Ainda há tempo de salvar a humanidade. A tristeza que te olhou do fundo do prato encheu-me de uma fome que nunca senti e na alma soou o tambor do coração. Pelo menos sabes que existe o país dos desesperados. Aceite estas asas no teu coração como parte do meu abandono sagrado. <BR>Beijo <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Awor</A> <BR>

De Adelina Braglia a 07.09.2007 às 20:30

Querida,
só agora à tarde, graças a esta minha máquina de fichas lentas, neste 7 de setembro cinzento na hora que precede a chuva, liguei lé com cré e Benilton Cruz e você. Que a viagem, curta, felizmente, seja boa. Como você merece.
Olhe o rio Gurupi com seus olhos grandes e veja lá no fundo dele, os meus, velando por ti, agradecendo seu carinho e seu desvelo, e ouça o barulho da água - que você gosta tanto - como se fosse minha risada, meio sem graça, é verdade, por esta já conhecida lentidão.
Beijo.

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