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Bom dia, Sotavento.

Quarta-feira, 25.07.07

 

 

Há pouco escrevi “palavras secas”.
Fiz isto sem pensar.
Era só uma exata vontade de dizer precisamente isto.
Agora penso sobre o que escrevi.
E percebo que sempre pesei as palavras,
 “molhando-as” com compreensão, justificativas, explicações, aspas, etc.
 
Hoje não. Elas saem da boca sem adereços.
E reafirmo: palavras secas.
São aquelas que, cortantes, não têm mais comiseração.
 
E percebo que não gosto de deixar que as palavras ressequem sentimentos.
 
Talvez por isto ande tão quieta.
Talvez por isto escreva cada vez menos.
Talvez por isto me assustasse:
sinto-me seca, para além das palavras.
 
 

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Adelina Braglia às 08:07

2 comentários

De anonimo a 25.07.2007 às 13:53

o sentimento igual me faz acreditar que ignorar a chama do amor nos deixa assim

De Adelina Braglia a 25.07.2007 às 18:35

Ao ler seu comentário, imediatamente me veio a vontade de dizer que o amor não é chama. O amor é brasa, quase fria, mas que não apaga. Daquelas que depois que a fogueira da atração, da paixão ou sei lá que nome tenha, cede, a gente ainda fica um tempão assando no braseiro batatas doces, em dia de São João.
Só não sei responder se tens razão.
Abraço.

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