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O vale do rio amargo.

Domingo, 22.10.06

...a ponte e o rio...

... o trem...

.....e sua extensão.

 

A Cia. Vale do Rio Doce arranca do solo do Pará o ferro, a bauxita, o caulim. O trem imenso corta o Tocantins carregando o minério de ferro e deixando ao longo da estrada o som enervante do seu apito.

A empresa,  arrogantemente, cospe no rosto dos paraenses a "fortuna" que deixa de impostos e considera extorsão a revindicação dos povos indígenas pela reparação que exigem por abrir suas terras à estrada de ferro.

A empresa transporta em alguns vagões o povo como gado. São os maranhenses que fogem da miséria do feudo dos Sarneys - pai e filhos - e vêm para o Pará, em busca de terra. trabalho e dignidade.

1984 de Orwell ou A hora dos ruminantes, de J. J. Veiga, são coisas de amador, perto do profissionalismo da Cia. Vale do Rio Amargo.

 

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Adelina Braglia às 21:41

2 comentários

De samartaime a 23.10.2006 às 16:23

E essa cantiga nunca mais acaba. É assim em todo o mundo. São insaciáveis.

De Adelina Braglia a 25.10.2006 às 11:56

Uma cantiga antiga, que não embala. Assombra. Beijo.

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